Código de Integridade Editorial e Política de Acesso Aberto
1. Política de Acesso Aberto e Direitos Autorais
A Revista Sempre ESA adota o modelo de Acesso Aberto (Open Access), disponibilizando imediatamente toda a sua literatura técnico-jurídica na internet, sem barreiras financeiras, legais ou técnicas.
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Gratuidade Absoluta: O periódico não cobra qualquer modalidade de taxa de processamento de artigos (APCs), submissão ou publicação. O custeio logístico é integralmente suportado pela Escola Superior de Advocacia da OAB/SP.
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Licenciamento Creative Commons: Os trabalhos são publicados sob a licença Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0). Isso faculta a terceiros o direito de ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir e criar obras derivadas, desde que atribuído o devido crédito aos autores originais e à primeira publicação neste veículo.
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Retenção de Direitos e Autoarquivamento: Os autores retêm integralmente seus direitos autorais. A revista incentiva e autoriza o autoarquivamento irrestrito e sem períodos de embargo da versão final editorada (Version of Record) em páginas pessoais, repositórios ou redes profissionais (como o LinkedIn), visando à máxima projeção do nome do egresso no mercado.
2. Governança Ética e Integridade Científica
A governança da revista subordina-se estritamente aos padrões internacionais de ética em publicação promovidos pelo Committee on Publication Ethics (COPE).
2.1. Responsabilidades dos Atores Editoriais
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Dos Autores: É dever ético submeter textos originais e inéditos. A reaplicação de trechos de peças processuais ou pareceres de autoria do próprio egresso é admitida, desde que reestruturada em formato de artigo técnico e declarada a sua origem. É terminantemente vedada a prática de plágio ou o envio simultâneo do mesmo texto a outro veículo.
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Dos Curadores Técnicos: Devem tratar os manuscritos sob sigilo absoluto durante a fase de avaliação, emitindo relatórios objetivos e fundamentados exclusivamente na qualidade técnica, exatidão legal e utilidade processual do texto. Qualquer conflito de interesses (mútuo conhecimento entre curador e autor) deve ser imediatamente declarado.
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Dos Editores: Compete à editoria a decisão final de publicação, pautando-se pelo mérito técnico e conformidade ética do manuscrito, de maneira independente e imune a pressões políticas, corporativas ou institucionais.
2.2. Detecção de Plágio e Sanções
Todas as submissões passam por softwares de detecção de similaridade textual. Casos suspeitos de má conduta (plágio, fabricação de dados jurisprudenciais ou ocultação de conflito de interesses) deflagrarão um procedimento de apuração pelo Conselho Editorial.
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Sanções: Podem incluir a rejeição sumária do texto, a suspensão temporária do autor para novas submissões.
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Correções Posteriores: Erros materiais identificados após a publicação serão retificados via Errata. Infrações éticas graves comprovadas a posteriori resultarão na Retratação (Retraction) pública do artigo, vinculada ao texto original nos indexadores, conforme as diretrizes do COPE.
3. Diretrizes para o Uso de Inteligência Artificial (IA) Generativa
Em estrita observância à integridade técnica e em alinhamento com os parâmetros estabelecidos pela Portaria CNPq nº 2.664/2026, a revista disciplina o uso de IA generativa:
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Obrigatoriedade de Declaração: Se ferramentas de IA forem utilizadas em qualquer etapa de preparação do texto, os autores deverão declarar expressamente no corpo do manuscrito a ferramenta empregada e a finalidade específica do uso.
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Usos Permitidos: A IA pode atuar estritamente como suporte técnico (revisão de linguagem, aprimoramento estilístico, formatação técnica ou tradução), condicionado à revisão crítica e supervisão intelectual dos autores humanos.
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Usos Vedados: É terminantemente proibida a utilização de IA para formular teses jurídicas sem revisão humana, simular ementas jurisprudenciais ou estruturar a fundamentação lógica da peça. A IA não possui personalidade jurídica e não pode figurar como autora ou coautora. Os autores humanos respondem civil, técnica e eticamente pela integridade de todo o conteúdo publicado.
4. Infraestrutura Técnica e Preservação Digital
Para garantir a disseminação e a perenidade dos textos da advocacia na internet, a revista adota os seguintes padrões:
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Metadados Estruturados: Utiliza o padrão internacional Dublin Core em seu sistema, assegurando que as publicações sejam indexadas corretamente e lidas por motores de busca globais.
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Preservação de Longo Prazo: O acervo digital é integrado a sistemas de arquivamento distribuído via protocolo LOCKSS (por meio de infraestruturas parceiras ou redes de preservação digital), garantindo o acesso contínuo e perpétuo aos artigos e protegendo-os contra perdas ou instabilidades tecnológicas do portal de origem.
