La elaboración de escritos procesales mediante inteligencia artificial y su compatibilidad con el Código Procesal Civil
Palabras clave:
inteligencia artificial, abogacía, proceso civil, ética profesional, CPCResumen
El presente artículo analiza la compatibilidad de la elaboración de escritos procesales mediante herramientas de inteligencia artificial con el Código Procesal Civil (CPC). La investigación se fundamenta en la distinción entre autoría e imputación jurídica, sosteniendo que el derecho procesal civil brasileño no exige autoría intelectual en la redacción de las peticiones, sino capacidad postulatoria y responsabilidad de quien las suscribe. Se descartan los obstáculos de derechos de autor y procesales, demostrando que el uso de IA en la abogacía es plenamente válido siempre que se observen los deberes de veracidad, diligencia y ética profesional. Se analiza la simetría con el uso de IA por el Poder Judicial (Resolución CNJ n.º 615/2025), la regulación de la Orden de Abogados del Brasil (Recomendación n.º 001/2024) y la gestión del riesgo de alucinaciones mediante la revisión humana. Se concluye que la centralidad humana en el proceso se realiza en la imputación responsable, y no en la mecanografía del texto, consagrando el régimen del uso condicionado de la IA en la abogacía.
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