El “patrimonio híbrido” en las familias de personas mayores: desafíos probatorios y sucesorios tras el Tema 1.236 del STF
Palabras clave:
Derecho de Familia, Separación obligatoria de bienes, Tema 1.236 del STF, Patrimonio híbrido, Súmula 377 del STF.Resumen
El reciente fallo sobre el Tema 1.236 del Supremo Tribunal Federal (STF) eliminó la obligatoriedad del régimen de separación de bienes para personas mayores de 70 años, permitiéndoles elegirlo mediante escritura pública. No obstante, la eficacia prospectiva (ex nunc) de la decisión genera un “patrimonio híbrido” en uniones preexistentes. Este artículo analiza las consecuencias jurídicas y reflejos patrimoniales de dicha modulación para las parejas que modifican su régimen. Mediante una investigación aplicada, cualitativa y exploratorio-descriptiva, se empleó el método deductivo basado en revisión bibliográfica y análisis documental-jurisprudencial crítico-propositivo. Los resultados evidencian que la escisión temporal atrae la Súmula 377 del STF para el período previo, cuya aplicación actual exige prueba material del esfuerzo común, según el Superior Tribunal de Justicia (STJ). Ello genera inseguridad probatoria, transformando la autonomía adquirida en un potencial litigio sucesorio. Se concluye que la eliminación de la barrera estatal resulta insuficiente para proteger a la persona mayor, siendo imprescindible una rigurosa planificación patrimonial. Corresponde a abogados y notarios orientar la regularización de bienes previos, declarando expresamente la comunicabilidad del acervo en la escritura para garantizar la autonomía y la paz familiar.
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